O Campo de refugiados curdo sírio Yibo por Ricardo Bastos- ” Me rendi ao choro de um adulto que não consegue entender tamanha maldade com essas crianças inocentes”.

Hoje no Blog trago com muita honra o relato do Fotojornalista Ricardo Bastos, também conhecido como RB. Um osbstinado pela pauta. Um estudioso da fotografia, um fotógrafo incansável. Não vou dizer mais nada, o que dizer de um fotografo que enfrentou vários obstáculos para fotografar essas crianças nesse Campo de Refugiados na Turquia? Basta ler e admirar as imagens. Uma linda história de amor pela fotografia. 

“Hoje está sendo o dia mais muito triste na minha viagem, estou fotografando faz dois dias o campo de refugiados curdo sírio Yibo. Pelo problema da língua sou obrigado a usar uma técnica que aprendi faz muito tempo : o olhar. Simplesmente estou diante das crianças mais inofensivas do mundo, estão aqui pelo destino que foram impostas pela total irresponsabilidade dos adultos, que guerrilham entre eles na certeza que o mundo pertence somente aos seus interesses. São crianças dilaceradas de uma guerra sem fim e sem escrúpulos atribuída pelo cruel Estado Islâmico.

Nesse campo de refugiados Yabo vivem cerca de oito mil pessoas, sendo que a grande maioria é de crianças. Elas vivem o dia inteiro sem nenhum tipo de recreação ou mesmo alguém para educarem, correm de lado para outro fazendo todos tipos de brincadeiras, usam brinquedos que eles mesmos constroem numa inocência de como se nada tivesse acontecido.

Num lugar mais reservado, ao fundo das barracas tem uma ala de crianças que perderam os pais mortos na guerra ou mesmo se perderam de seus responsáveis durante a fuga de suas cidades destruídas. São centenas que são identificadas por números pois chegaram muito novas sem documentos e nem sabe ao menos seus nomes de batizado e nem suas idades.

Se me perguntar como fazia para fazer as fotos das crianças respondo sem saber como tudo foi possível, onde eu ia elas iam atrás, batiam a mão no peito e apontavam os amiguinhos na tentativa de me ensinar seus nomes, da mesma maneira batiam a mão no meu peito me perguntavam qual era meu nome, dai escrevi RB no chão empoeirado e eles começaram a me chamar de RB. Foi a coisa mais sensacional que aconteceu comigo nesses últimos anos, centenas de crianças me chamavam para eu fazer as fotos, foi muito fácil fotografa-las.

Sou fotojornalista faz muito tempo, tenho experiências que mexeram com meu ser , como profissional já cobri milhares de matérias com frieza de um fotógrafo que registra e mostra seu trabalho enquanto realidade. Mas hoje me rendi ao choro de um adulto que não consegue entender tamanha maldade com essas crianças inocentes.

São mais de um milhão de crianças espalhadas em 150 campos de refugiados nos 800 km da fronteira Turquia com a Síria.

“Fico triste por não poder fazer nada. Peço ao nosso grande Allah que proteja essas inocentes crianças que não tem culpa de nascerem curdas. Fico por aqui com olhos cheios de lágrimas na esperança que essa maldita guerra acabe e que essas crianças possam ter oportunidade de uma vida alegre pois criança nasceu para ser feliz …..”13261_934722713205468_3203822215121708291_n 63442_935081689836237_625429020047344781_n 560201_935078299836576_1011669388829921469_n 1012958_934282003249539_7134257812121825675_n 1609967_934831929861213_2884994874792111634_n 1653994_934832853194454_3506415980394649541_n 1779061_934727206538352_4034858297215755060_n 1932404_934270169917389_5676381716680873353_n 10256805_934816466529426_6777958261580183590_n 10346620_934265696584503_5543538075925161537_n 10365827_934828653194874_2551206052053733380_n 10384466_934729273204812_2674331873236554652_n 10393874_935079213169818_8679386236687034900_n 10420256_935079586503114_7855194917245581087_n 10425487_934732799871126_7760505914727581261_n 10426265_934257309918675_3673853699847457601_n 10426701_934824969861909_2766416017047994833_n 10429330_934834233194316_5803598058270830675_n 10523999_934734819870924_65465726855290395_n 10614251_935079243169815_8753354550306321772_n 10675603_934729389871467_8989919790289157490_n 10696467_934271033250636_1063225982112745632_n 10704069_934720113205728_3194172356429521074_n 10731039_934277896583283_8754962624848237895_n 10733964_934268149917591_5457869592389072638_n 10734004_935081196502953_7191880172149577992_n

Experiência Profissional
Fotojornalista
Jornal Hoje em Dia (Atual)
Professor de Fotojornalismo
Faculdade Newton Paiva (2012)
Professor “Pós gradução” em Fotografia, Linguagem, Técnica e Mídia
UNA (2012)
Professor de Fotojornalismo
Escola de Fotografia : Techimage
Professor “Extensão” : Fotografia de Moda
UNA – (2010)
Professor de Fotojornalismo
Unipac – (2010)
Professor de Fotografia Publicidade e Propaganda
Faculdade Estácio de Sá – (2003 – 2009)
Professor de Fotografia Jornalismo
Faculdade EStácio de Sá – (2003 – 2009)
Professor de Fotografia Aplicada á Relação Pública (2001 – 2003)
UNI-BH – Centro Universitário de Belo Horizonte
Professor de Fundamentos de Multimídia
UNI-BH – Centro Universitário de Belo Horizonte (2001 – 2003)
Atualmente presto serviços profissionais como fotógrafo free-lancer para empresas de comunicação e agências de propaganda e publicidade destacando -> Jornal Estado de Minas, Jornal Pampulha, Petrobras, Banco do Brasil , Itambé, Árvore da Vida, FIAT, TIM,CDM, Coca Cola, Fiocruz, Comida de Buteco , Santa Cruz Acabamentos entre outras

Síntese das qualificações
Photographer Workshop – Curso de Fotografia – Londres
Televariation – Produção para Cinema e Televisão – Londres
The English Photographer´s Workshop – Londres Inglaterra
Ilford Workshop – Oxford Inglaterra
FNAC – Workshop Fashion Photography – Helmut Newton – Paris França
EXPOSIÇÕES FOTOGRÁFICAS
2003 – “Itinga, o vale da fome – Centro Universitário de Belo Horizonte – UNIBH
2004 – “Postales de Cusco – Faculdade de Ensino Superior Estácio de Sá – FESBH
2004 – “El camino hasta el imperio Inca – Galeria Cultural Nigiri
2005 – “Cuba, mi Cuba” – Faculdade de Ensino Superior Estácio de Sá – FESBH
2006 – “Filhos da Amazônia” – Galeria Cultural Agosto
2007 – “Carcará de Aracati” – Faculdade de Ensino Superior Estácio de Sá – FESBH
2008 – “Currais de Bitupitá” – Faculdade de Ensino Superior Estácio de Sá – FESBH
2009 – “Twenty years ago” – Soli arte, decoração e design – Belo Horiznte – MG
2009 – “Twenty years ago” – Café com Letras – Belo Horiznte – MG
2010 – “Twenty years ago” – Agosto Butequim – Belo Horiznte – MG
2010 – “Primavera em festa” – Cantina do Gordo – Catas Altas – MG
2011 – “Twenty years ago”- Lavras Novas – MG
2012 – ” Nnew york as an eyewitness”- ICP (International Center of Photography) – Nova York NY USA.

2013 – “To my father”- Livraria Mineiriana – Belo Horizonte MG Brasil

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Ricardo Bastos, o RB 2014. Quem quiser ver mais um pouco do primoroso trabalho do Ricardo Bastos basta entrar no site

www. ricardobastos.com.br

Mais uma vez agradeço ao Ricardo RB, um amigo por ter contribuído para este post e para que outras pessoas possam ler esse relato e ver esse trabalho de primeira, digno dos grandes fotojornalistas como RB.

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Alisson Gontijo – Do Fotojornalismo ao Autoral.

Desde de criança fui apaixonado por fotografia mas foi no final da conclusão do curso de jornalismo quando participei e ganhei um concurso realizado pelo Governo de Minas que decidi que ela faria parte da minha vida. Após a conclusão do meu curso jornalismo fui fazer pós graduação em Cinema em Belo Horizonte e após passar em um processo de seleção fui trabalhar como repórter fotográfico na Sempre Editora dos jornais O Tempo, Super Notícias e Pampulha. Lá vivi intensamente a fotografia durante 3 anos, foram várias imagens publicadas em jornais e revistas do Brasil através de agências parceiras. No final de 2012 resolvi a dedicar a trabalhos autorais e foi aí que tive a oportunidade de ganhar e participar de vários concursos e exposições nacionais e internacionais. O que me leva a fotografar hoje é a possibilidade de expressar a minha visão do mundo, conhecer histórias, pessoas, lugares. Essa mágica de congelar um instante único de diferentes interpretações. Sou muito grato a fotografia pois ela me deu possibilidade de conhecer lugares e pessoas que marcaram minha vida. O projeto agora é um livro que está caminhando para quem sabe no final de 2015.

Alisson Gontijo é natural de Moema – MG , tem31 anos  e é Formado em Jornalismo pela Puc Minas e Pós-Graduado em Cinema, Televisão e Novas Mídias pela Una-BH.

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Concursos e Prêmios:

Comunicador do Futuro – 2008

Abralatas de fotografia – 2010

Fotografe o Brasil – Getty images – 2013

Concurso Futebol Canon – 2013

Agricultures Network – 2014

Friedrich Naumann – 2014

Exposições:

Fotojornalismo Mineiro – Oi Futuro –BH

Ginga nas alturas – Museu do Som e Imagem – SP

*Expressões Faciais – Portugal

*New Holland de Jornalismo – América do Sul

*Futebol – Sesc Porto Alegre

Futebol – Casa do Jornalista – BH

*Agricultures Network – Holanda

A Copa no Brasil – Alemanha

Mostra Futebol BR – SP

*obs. Exposições que estão acontecendo.

Alisson esta com o site em fase de finalização mas quem quiser dar uma olhada no trabalho dele é só acessar  www.alissongontijo.com.

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Valeu grande Alisson pela moral e por poder dividir com a gente seu trabalho e sua trajetória na fotografia. Sucesso!!!!

Teresópolis a Tragédia

Enquanto acabo de finalizar o próximo post, queria compartilhar aqui no Blog um trabalho que muitos já viram, mas creio que muitos não viram também. Em janeiro de 2010  uma tragédia  se abateu sobre a cidade de Teresópolis na região serrana do Rio de Janeiro. A chuva torrencial deixou Teresópolis debaixo d água e pedras. Assim que soube da tragédia pensei em ir pra lá para poder registrar aquilo. Peguei o telefone liguei para meu amigo fotojornalista dos bons Rodrigo Lima e também para meu amigo Victor Schwaner fotógrafo de primeira e perguntei a eles se podíamos sair na madrugada de caro rumo a Teresópolis. Tudo acertado, todos concordaram e todos toparam a empreitada Sabíamos que iriamos enfrentar uma barra pesada. Pegamos a estrada e registramos a tragédia.   Uma liçao de cobertura que não iremos esquecer.  Posto aqui parte desse material que fizemos por lá. Valeu Rodrigão e Vitinho essa cobertura sei que não vamos esquecer!

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Marlon de Paula. “Fotografam-se coisas para expulsá-las do espírito”

Neste Post, apresento para quem não o conhece ( acho que são poucos) meu  amigo o “inquieto” Marlon de Paula. Residindo na minha cidade natal de São João Del Rei e cursando Jornalismo na UFSJ nasce do olhar de Marlon um momento de perturbações e crises psicológicas profundas que se refletem na sua fotografia inconfundível.  Um trabalho que transcende o fotojornalismo e funde sua essência como forma de expressão com o mundo.  Marlon de Paula é um desses que, muito cedo (não leia-se amador) , já nasceu  com a idéia de que a fotografia aderiu de vez à maneira como ele se coloca no mundo e como se  manifesta sua existência sobre as coisas.

 Marlon de Paula

Tenho 21 anos de idade e nasci na cidade mineira de Timóteo. Atualmente resido em São João del Rei, onde curso Jornalismo e desenvolvo alguns trabalhos voltados para fotojornalismo. Mas o que me ocupa o tempo são as pesquisas em torno da fotografia autoral, lugar que me permite explorar uma linguagem mais permissiva e livre. Tenho algumas séries publicadas em alguns sites e blogs no Brasil e exterior, o que  me ajuda divulgar um pouco o meu trabalho.         a b c d Descoberta 01 Descoberta 02 descoberta 03 descoberta 04 Descoberta e PÉS NO CHÃO 01 PÉS NO CHÃO 02 PÉS NO CHÃO 03 PÉS NO CHÃO 04 PÉS NO CHÃO 05 PÉS NO CHÃO 06

Atualmente venho desenvolvendo pesquisas relacionadas à fotoperformance e experimentações corporais e em breve estarei realizando uma exposição para divulgação deste recente trabalho. Em sintonia com isto, realizo trabalhos no Coletivo Cultural em São João del-Rei e dentro do jornal laboratório da universidade onde curso jornalismo.

Meu site: marlondepaula.46graus.com

foto perfil

Nossa primeira colaboração: Guilherme Bergamini- Série Educação para Todos

Guilherme Bergamini tem 36 anos de idade e nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Formado em Jornalismo há 10 anos, trabalha com fotografia há um bom tempo. Com essa arte, Bergamini procura expressar suas vivências pessoais, visão de mundo e angústias. Apaixonado pela fotografia desde a infância, Guilherme é um entusiasta e curioso pelas novas possibilidades contemporâneas que esta técnica permite. Crítico e persistente, o artista tem a fotografia como meio de crítica política e social. Premiado em concursos nacionais, participou de festivais e exposições coletivas e individuais, além de ter fotos publicadas em diferentes veículos de comunicação brasileiros. Em seu site, publica parte de seu percurso fotográfico.

Educação para todos é uma crítica visual sobre a educação no Brasil. Realizado em 2014 em uma escola estadual de Belo Horizonte, seu anonimato é parte integrante desta série, pois questiona-se a educação como um todo e não apenas um aspecto isolado.  São 14 fotografias que compõem essa Série.

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Educar é conquistar novos horizontes, novas possibilidades de vida, mais digna e justa. Conhecimento abre portas e rompe fronteiras, permitindo que nossos sonhos e desejos sejam realizados. Não investir em educação é perpetuar a ignorância, o domínio de uma minoria perante a maioria. Informação é poder de escolha, é saber definir quem irá proporcionar o crescimento de uma nação, a igualdade entre os povos e a soberania de um Estado. O País que não educa permanece estagnado, sem horizontes e fadado ao fracasso. Estudar é alcançar novos mundos, com a certeza de um horizonte justo, igualitário e fraterno. Uma democracia consolidada para todos.
Para 2015 as expectativas são animadoras. Darei continuidade em alguns trabalhos importantes.
Um deles é finalizar a série que desenvolvo sobre os cronistas visuais de Belo Horizonte.
Os fotógrafos lambe-lambe encontram-se atualmente apenas no Parque Municipal. É lamentável ver a cada dia a diminuição do número de profissionais e a falta de subsídios do poder público, principalmente em um momento impar. No ano de 2012 a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte concluiu junto ao IEPHA, o processo de registro do ofício do fotógrafo lambe-lambe como bem cultural imaterial, titulados como patrimônio imaterial da cidade.
O custo elevado para se produzir uma fotografia e a concorrência da tecnologia digital, principalmente os celulares vem a cada dia diminuindo a frequência dos fotógrafos no parque. O que antes era uma constante encontrá-los, hoje cada vez mais nossos cronistas ou documentarias da memória visual de Belo Horizonte estão seguindo o caminho do esquecimento.
Quem quiser conhecer melhor o trabalho de Guilherme Bergamini é só acessar o site http://www.guilhermebergamini.com

Queria agradecer ao Guilherme que mesmo viajando me atendeu prontamente e me mandou essa Serie maravilhosa, um trabalho primoroso que deu o start aqui no nosso humilde BLOG. Que venha o próximo convidado…..
Abs
Emmanuel Pinheiro.

Dípticos.

Confesso que tenho fotografado muito mas muito mesmo com celular. A praticidade de estar com ele a mão o tempo todo facilita quando se está vendo uma situação e vc está sem seu equipamento. Acredito que existem as demandas corretas para que vc não fotografe com celulares, mas cada dia percebo mais que o meio pelo qual vc obtem sua fotografia é o que menos importa. O produto final, a fotografia ou a obra como queiram, independe cada vez mais dos meios utilizados. Tenho visto muitas pessoas voltarem com o analógico, com filmes, com câmeras 120, filmes vencidos etc e o resultado é aquele que se pretendeu alcançar. Tenho feito de todas as formas, digital, celulares, filmes 35 e filmes 120. Alguns resultados são bons outros não, enfim sempre foi assim. Mas a cada dia que passa vejo que a fotografia tem tido como suporte varias plataformas. Isso é bom. O que importa é fotografar, revelar ver e enxergar. Alguns trabalhos que fiz com celular.diptico

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Fotógrafos aderem a proposta do Blog

A fotografia é algo realmente fascinante. Em poucas horas de vida do Blog, ainda na maternidade pra dizer a verdade, foi recebido por alguns colegas com entusiasmo. Fotógrafos aceitaram o desafio e vão mostrar o trabalho que estão fazendo , vão nos contar o que fizeram, quais são os projetos futuros e ja estão preparando o material para postagem. Estamos aguardando ansiosamente pelas fotos, pelas histórias, pelas novidades e para sabermos como caminham os projetos fotográficos que estão mais perto de nós que imaginamos.  Então é isso galera, vou fazer surpresa, quando tiver tudo pronto pra publicar solto uns foguetes!!!! E é só fera!!! Valeu pessoal, as coisas começam assim mesmo, devagar, mas com vontade chegam a algum lugar…

Enquanto isso um pouco mais  de fotografia.

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Dorothea Lange, uma fotografa documentarista, fez este emocionante retrato de Florence Owens Thompson em março de 1936. Thompson tinha 32 anos e 7 filhos famintos. Sua família era catadora de ervilha que ficou indigentes na Califórnia. Eles viviam de vegetais congelados e estavam a beira da inanição. Lange foi atraída pela mãe como um ímã, e fotografou ela e suas crianças. Ela chegou mais perto, e sem hesitar fez várias fotos.A grande depressão foi um declínio econômico crônico no mundo durante a década de 1930. Esta icônica fotografia de uma mulher com a face taciturna e enrugada, duas crianças com semblantes de luto, e um bebê dormindo no colo da mãe é o retrato unificado do estado de depressão do povo daquela época.Lange certamente cravou em nossas mentes a face da mãe imigrante – uma mãe que representou a força da feminilidade durante a grande depressão.

Fontes:

Fotografos Influentes: Migrant Mother, 1936 por Dorothea Lange