Gustavo Dragunskis “Todo Amor que Houver nessa Vida”.

Sobre o Projeto

Todo amor que houver nesta vida!
O ser humano é movido por emoções. Algumas são prazerosas e gostamos de sentir, outras são desagradáveis e quando aparecem queremos nos livrar delas. Mas todas são extremamente importantes e possuem uma função adaptativa. Sem elas não estaríamos aqui.
Fotografar pessoas é fotografar emoções. É conseguir se conectar com o que elas trazem dentro de si. É encontrar os laços que as unem aos outros, ao mundo, aos seus sonhos e as suas batalhas.
Esse projeto fotográfico nasceu de um encontro assim. O encontro do amor pela fotografia com o amor pelas pessoas e suas histórias.
A principal função do amor é unir, juntar, criar vínculos. Não importa a roupagem do amor, seja compaixão, altruísmo, amor fraterno, amor romântico, amor de amigo.
Nesse projeto quero fotografar o amor e revelar pessoas que não medem esforços nas suas batalhas e escolhas de vida. São pessoas que vivem verdadeiramente o amor e são felizes assim.
Acredito que a felicidade está em todo lugar e em qualquer modo de vida e que ela só acontece quando é compartilhada.
Cada personagem desse projeto tem a sua história de amor. Amores diferentes, surpreendentes, inesperados e legítimos.
O que essas pessoas têm em comum?
Escolherem viver TODO AMOR QUE HOUVER NESTA VIDA.

Sobre o Ensaio

Jussara é filha do Sr Augusto, é professora. Sr Augusto consertava panelas. Certo dia Jussara percebeu que o pai estava diferente… Foi diagnosticado com Alzheimer. Jussara largou tudo para cuidar do pai. E desde então é assim : cuida do pai com todo amor que há nessa vida….

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Jussara

“Quando Jesus disse “Amai o próximo como a si mesmo”, ele nos ensinou simplesmente que devemos ser como o bom samaritano: preocupar, proteger, cuidar de alguém.
Este é o meu pai! Agora uma “criança grande”, uma “criança sábia”, de olhar perdido, mas sem perder a delicadeza, a sensibilidade, a serenidade, a educação…
Meu pai está mais dependente, precisando de cuidados, mas na realidade, sem saber, é ele quem cuida de mim. Porque mesmo sem se lembrar, continua me ensinando que a vida é troca de experiências, que a paciência e a tolerância são virtudes inesquecíveis, que o amor é tudo, e que o hoje se transforma no ontem em segundos. Porque a vida é assim…
Ontem eu era filha, hoje sou “mãe” de meu pai.”

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Gustavo Dragunskis

Nascido em Belo Horizonte em 26/10/78. 36 Anos.
Comecei interesse por fotografia quando trabalhei em um laboratório. Eu tinha 19 anos de idade.
O médico responsável tinha uma Nikon e fotografava com muita beleza os órgãos humanos. Aquilo me fascinava!
Comprei uma Nikon em uma viagem ao Peru e comecei a fotografar. Naquela época usava-se filmes e o peruano de nome Hipólito que vendeu a câmera me ajudou bastante a entender o funcionamento e melhor hora para fotografar.
Naquela fascinação por imagens tentei me aventurar em fazer filmes amadores e filmar casamentos. Não deu certo! Gosto mesmo é de fotografar.
Desde então tenho fotografado eventos e ensaios. E após fazer um workshop com Rafael Benevides tive um insight quando pensativo e deitado no sofá. Decidi fotografar o que as pessoas fazem tudo por amor. Por amor à profissão, ao próximo, ao mundo! Daí nasceu o projeto Todo Amor Que Houver Nesta Vida.

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